2008/09/30
2008/09/28
FOTOS QUE FIZERAM HISTÓRIA (7)…
O homem do tanque de Tiananmen
Também conhecido como o “Rebelde Desconhecido”, esta foi a alcunha
que foi atribuído a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente
famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários
tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República
Popular Chinesa.
A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de
centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem
estudante (certamente morto horas depois) interpôs-se a duas linhas de
tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram
apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem
arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.
Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado
dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo
chinês:
apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso
implicava causar algum dano a um cidadão
RELATOS…
Na dor, no sofrimento e no amor, eles serão os únicos a acompanharem-nos, e o que se segue é um texto excelente, recebido por e-mail de pessoa devidamente identificada.
Em nome de Michele Pacheco Puchalski
O texto a seguir é o relato do que sente um animal ao ser usado numa aula de medicina, onde é submetido a um terrível procedimento.
Um dia antes, ele foi deixado ali. Preso numa gaiola, numa sala escura. Por todos os lados, outras gaiolas, em outros animais. No silêncio, ele fica acordado, presa de expectativa. Já cansou de latir, uivar, e agora apenas espera – pelo que não sabe nem pode prever. Foi trazido de algum lugar (um Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura), depois de ter sido apanhado pela carrocinha – um cão que vivia solto nas ruas. Sem lar, sem nome, esteve próximo da execução no CCZ, mas enfim alguém se apropriou dele. Uma faculdade – uma das muitas faculdades de medicina que ainda usam animais.
O tempo passa. Vez ou outra, um ruído próximo: outro animal se move ou suspira. Com fome, arrepiado (é frio, o depósito), o cão mantém-se quieto, enroscado em si mesmo. Os olhos varrem o escuro, mas sabe que adiante estão as grades. Então, um som. Um filete de luz surge ao rés do chão. E uma porta se abre. Um homem vestido com uniforme azul entra na sala, enquanto animais acordam e começam a latir. O cão na gaiola se levanta e, não sendo bravo, aperta os olhos para acompanhar o movimento. Vê as grades se abrirem, é seguro por mãos firmes e comprimido junto ao peito.
De repente, está no meio da luz. O contato do uniforme o esquenta, as mãos têm delicadeza. O homem tranca o depósito, os latidos dos animais ficam distantes. Cruzam um corredor de paredes brancas e janelas gradeadas. Cruzam outra porta e, no momento seguinte, o cão vê-se entre uma dezena de pessoas. São rapazes e moças, vestidos com jalecos brancos – alguns parecem tensos. Farejando o ar, o cão percebe medo e o coração bate mais forte. Há um clima tenso e todos o seguem com o olhar. No silêncio da sala, um homem maduro, também de jaleco, toma-o das mãos do primeiro homem e diz alguma coisa. O-B-R-I-G-A- D-O (o tom soa tranqüilo).
Sozinho, o cão busca em redor. Numa janela, o começo da manhã: um pátio, pessoas, carros parando. O coração batendo, ouve o professor falar aos estudantes. Alvo de olhares, sente a tensão crescer, mas nem todos estão tensos. O silêncio continua grande, entre cada palavra do homem de branco. Não há tanta delicadeza, agora – as mãos apertam seus rins. Algo como ser pego com pouca atenção. Chega o momento em que o homem pára de falar e dois rapazes acercam-se do cão. Pares de mãos colocam-no sobre uma mesa – de costas sobre o frio alumínio. Os jovens mantêm-no nesta posição, enquanto o professor toma cada uma das patas e estende, amarrando com barbante.
O cão vê tudo de cabeça para baixo. No crânio, a pressão da mesa, o frio nas orelhas e no dorso. Tenta se mover, mas as pernas estão esticadas para fora. Quanto mais luta, mais forte é a pressão nos pulsos. Sentindo o ar, percebe a tensão, agora dominante – o coração batendo muito rápido. Sem ver a janela, o cão escuta o homem falar, palavras que não entende, avisos que não entende e instruções que não entende. Se pudesse entender, saberia que tratam da importância do conhecimento científico e da necessidade de observação imparcial do que será feito.
Então, sente uma picada – acabam de lhe aplicar uma injeção. E é como se o corpo lhe escapasse, os músculos relaxando pouco a pouco. Ele continua consciente, mas não pode mais se mover.
O cão escuta um som metálico – uma caixa é colocada ao seu lado. Uma moça, de vinte e poucos anos, tira um objeto brilhante e o entrega ao homem de jaleco. O coração bate sob a pele, os pulmões respiram com rapidez e há uma ânsia de latir. A dor nos pulsos fica mais angustiante. Já não vê a janela, mas ouve ruídos, sons vindos de longe. O cão olha em redor de si, até onde consegue vê frascos escuros e cartazes com desenhos (Anatomia Humana). Nesse momento, o grupo aproxima-se, fecha-se em torno: uma dezena de jalecos brancos e, mais próximo, o professor. Então, sente uma dor aguda – começam a cortar sua barriga.
O coração dispara, o cão tenta soltar-se, a dor fica insuportável. Tenta bater as pernas, mas nada acontece. Os pulsos estalam, o pescoço incha, os olhos ficam vermelhos e um gemido escapa pela boca inerte. Como queria ganir – desabafar a dor! O corpo quente diante de seus olhos debruça-se, o ventre arde e queima enquanto o bisturi avança. O cão grita, mas o som perde-se na garganta. Não ouve um som, apenas as batidas surdas do coração. Ninguém fala, existe apenas a tensão contida. Movendo a cabeça, vê jalecos amarelos (a visão se embaça), rostos rígidos e atentos. Os olhos não piscam, mas evitam os seus.
Sobre a mesa, o cão treme. Agora mal se percebe sua respiração – mas ainda está vivo. Um calor brota de si, escorre pelo corpo, empapa seu dorso – sangue jorrando. A mente nublada, os olhos escuros, sente o bisturi parar. Mãos abrem sua barriga. O corpo estremece, as pernas de afrouxam, enquanto as vísceras são manuseadas. O coração bate fraco, os olhos se fecham, a respiração diminui. Os jalecos se inclinam, uma voz fala no silêncio sem gemidos.
Depois, fecham-no.
E acaba a lição.
CPDA – Comitê para Pesquisa, Divulgação e Defesa dos Direitos Animais – cpdanimal@gmail. com
2008/09/20
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA…
Corria o ano de 2004, por alturas do EURO 2004, e andava eu em terras de Cervantes, aquando da minha estadia nas Astúrias por motivos de trabalho, e a certa altura, por motivos de discussão nos meios de comunicação social (rádios, televisão, jornais e revistas) do flagelo que para muitas mulheres é a “Violência Doméstica”, e na “Cadena Cer”, rádio que ouvia muitas vezes entre outras, surgia este tema que vos deixo a seguir, bem conseguido pela intérprete (Bébé – nome artístico), e hoje quando o ouço ainda me arrepio.
Convém lembrar que esta artista elaborou este tema propositadamente para o combate à “Violência Doméstica”, e quero dedicar a todas as mulheres que padecem deste mal, e que este sirva também de uma rampa de lançamento a se libertarem desse flagelo.
Apareciste una noche fría
con olor a tabaco sucio y a ginebra
el miedo ya me recorría
miestras cruzaba los deditos tras la puerta
Tu carita de niño guapo
Se la ha ido comiendo el tiempo
Por tus venas
Y tu inseguridad machita
Se refleja cada día en mis lagrimitas.
Una vez más no por favor
Que estoy cansa’ y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Una vez más no por favor
Que estoy cansa’ y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Voy a volverme como el fuego
Voy a quemar tu puño de acero
Y del morao de mis mejillas
Saldrá el valor pa cobrarme las heridas.
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
El día es gris cuando tu estás
Y el sol vuelve a salir cuando te vas
Y la penita de mi corazón
Yo me la tengo que tragar con el fogón
Mi carita de niña linda
Se ha ido envejeciendo en el silencio
Cada vez que me dices puta
Se hace tu cerebro más pequeño
Una vez más no por favor
Que estoy cansa’ y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Una vez más no por favor
Que estoy cansa’ y no puedo con el corazón
Una vez más no mi amor por favor
No grites que los niños duermen.
Voy a volverme como el fuego
Voy a quemar tu puño de acero
Y del morao de mis mejillas
Saldrá el valor pa cobrarme las heridas.
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Voy a volverme como el fuego
Voy a quemar tu puño de acero
Y del morao de mis mejillas
Saldrá el valor pa cobrarme las heridas.
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
No se daña a quien se quiere no
Tonto, tonto, tonto eres
No te pienses mejor que las mujeres
Malo, malo, malo eres
Malo eres porque quiere
Malo, malo, malo eres
No me chilles que me duele
Eres débil y eres malo
Y no te pienses mejor que yo ni que nadie
Y ahora yo me fumo un cigarrito
Y te echo el humo en el corazoncito
Porque malo, malo, malo eres tu
Malo, malo, malo eres si
Malo, malo, malo eres siempre
Malo, malo, malo eres.
2008/09/18
DÉBITOS DIRECTOS, TENHA CUIDADO…
No passado dia 11/09/2008, dirigi-me ao Multibanco para efectuar um levantamento de dinheiro, e qual não é o meu espanto, veio a recusa do mesmo dizendo “o seu saldo não lhe permite efectua a operação!”, foi como uma baldada de água fria, e pensei para comigo se haveria algo de errado com a minha conta, uma vez eu jurar a pés juntos que tinha lá dinheiro, retiro então um extracto de movimentos, e se da primeira pasmei, da segunda surtei, os malvados da TMN, retiram-me uns dias antes (8/09/2008) uma pipa de massa, deixando-me a conta a zero, não a zero mas quase (0,68€). Perguntei a mim mesmo como aquilo seria possível, que farei eu com sessenta e oito cêntimos? A resposta saltou-me à vista, vou já ligar ao apoio de clientes TMN, e até já… Longos minutinhos se passaram até obter a resposta que ansiava, teria de me deslocar a uma loja oficial TMN, e reclamar por escrito a situação, que no meu caso seria a loja TMN do NORTESHOPING.
Depois de expôr o meu caso, e detectado o erro, uma cobrança na minha conta respeitante a uma empresa qualquer, o funcionário, bastante atencioso, no seu inconfundível até já, disse-me que remetera a reclamação ao departamento competente e que no máximo, e sublinhe-se o “máximo“, em 24 horas, o meu rico dinnheirinho regressaria à base, de onde nunca deveria ter saído.
Na manhã seguinte, e porque sou um tanto ao quanto desconfiado quanto a estes “modos operandi” das grandes empresas, liguei novamente ao assistente da TMN, e aí passei-me completamente, sim porque maus profissionais há muitos, mas dizerem mal uns dos outros, e empurrar uns para os outros, eu fico fulo, fico danado, fico…. descincronizado… Adiante, então não é que o sujeito, amávelmente me diz que: “A sua situação está em análise.”, e eu pergunto: – Análise? De quê? Se o erro está identificado!!! Mas o moço, amávelmente me diz que nada mais pode fazer, senão pedir a minha paciência, e haja paciência.
Nessa noite, liguei novamente, após consultar o meu saldo, e zás, os mesmos 0,68€ estavam intactos, como de alma penada se tratasse, e pergunto mais uma vez, agora a uma menina, como estaria o meu caso, respondeu-me como o colega de manhã, ou seja que se encontrava em “análise“, e eu aqui desconfiei, que seria uma análise de como me ficarem com o dinheiro indevidamente. Pensei, pensei, e voltei a pensar de como sair deste imbróglio, e pelo menos ter dinheiro no fim de semana, foi em vão, desisti.
Na 2ª feira, a minha esposa, deslocou-se então ao banco, e aqui é que eu me passei de vez, pois a TMN devia informar os seus clientes com profissionalismo e isenção, mas teve de ser o sr. do banco a dizer-me que eu poderia anular o “Débito directo” mesmo este já ocorrido, pois a lei assim o permite nos 30 dias subsequentes à ocorrência do mesmo, acto que a minha esposa efectuou de imediato, e “voilá“, segundos depois os tão desejados eurinhos, que não deviam ter ido para lado nenhum, gozavam de boa saúde na minha conta à ordem.
Mas o mais caricato, vem a seguir, na 3ª feira, recebo a tão esperada chamada do apoio a clientes TMN, dando conta da situação estar já resolvida, e sem um pedido formal de desculpas, informando que as minhas facturas de Agosto e Setembro, que se encontravam por regularizar, erro da TMN, pois o montante era irrisório comparado com o que eles me retiraram pelo dito erro informático, e não o montante que deveria sair de verdade, e eu fiquei a pensar que se não tivesse ido a minha esposa ao banco e anulado o tal “Débito”, ainda hoje estaria à espera do meu dinheiro, mas sempre num até já.
CONCLUSÃO:
Não terão os Srs. da TMN, a obrigação de resolver os problemas, e mais estes deste calibre, com celeridade que o mesmo merecia, depois de bem identificado? Penso que nunca mais me apanharão em débitos directos, é que dá uma canseira ter de ir ao banco cancelá-los se acontecer um erro como este. Mas a TMN, é uma empresa certificada, como tal, ficou registado a ocorrência no livro amarelo, com uma denúncia à DECO, e um e-mail ao “Nós Por Cá” da SIC pelo meio.
Carlos Rocha
2008/09/14
JUSTIÇA PARA A FLÁVIA…
Para que a justiça Brasileira, não demore mais, estou em solidariedade para com a Flávia e a sua Mãe Odele. Dedico esta postagem a elas, e este poema, e já havia dedicado outro numa outra altura, mas que o fiz com carinho e amizade:
Longa caminhada
vens percorrendo
É longa, a estrada
penoso o sofrimento
A luz do dia, ilumina-te
As flores abrem-te o sorriso
Os beijos, amaciam-te
Os teus fazem o que é preciso
A justiça, molengueira, lenta, trapaceira
Um dia, tão breve, tão perto
Sairá de seus escritos, de sobremaneira
O que uns queriam errado, para vós deu certo
Flávia, doce, menina
Criança que o mundo tirou
Nós e ele lá de cima
Na justiça acertou
Dedico este poema
Numa forma singela
À Flávia, pequena
Que o amor põe a olhar para ela
Carlos rocha
Quero dizer que estou solidário com esta luta, a de Flávia e Odele, e que nunca desistirei de lutar ao vosso lado por Justiça.
2008/09/12
HAJA CORAGEM…
Hugo Chávez manda os norte-americanos ‘al carajo’
«¡Váyanse al carajo, yanquis de mierda, que aquí hay un pueblo digno», afirmou Chavez publicamente. Além de insultar os EUA, o presidente venezuelano expulsou o embaixador de Washington num gesto de solidariedade com a Bolívia, e disse mais, mostrou solidariedade com todos os povos oprimidos pelos EUA, e o seu imperialismo
NUNCA ESTEVE TÃO ACTUAL, O QUE SE SEGUE
2008/09/03
A (DES)EDUCAÇÃO…
Hoje, ao ouvir na rádio (Antena 1) a rubrica “Dias do Avesso“(clica para ouvir), em que a Drª Isabel Stilwell e o Dr. Eduardo Sá habitualmente tem nestas paragens, dei por mim a meditar, enquanto descia o Marão em direcção ao Porto depois de mais uma das minhas jornadas de trabalho pelo nordeste transmontano, sobre este nosso país e o peso do estado na (des)educação. A páginas tantas os dois interlucutores deixam no ar uma coisa curiosa, cerca de 1 em cada 10 crianças em idades compreendidas entre os 3 e os 5 anos, não conseguem vaga num instituição de apoio pré-escolar do estado (gratuito) enquanto as outras tem de pagar esse apoio pré-escolar na rede privada que está ao nível do preço e até mais caro que as propinas para uma faculdade privada. Muitas destas crianças que não acedem aos centros de pré-escola gartuita e porque os pais não tem hipoteses de pagar ficam com avós ou amas, o que os prejudica gravemente na sua formação e educação, pois tarde aprendem (por altura da entrada na escola do 1º ciclo) muita coisa de uma acentada só, o “está quieto e calado” os “horários” e “intervalos”, a própria convivência com outras crianças, deixando-os muitas vezes a detestar a escola e o meio escolar desde o 1º dia. Fiquei a saber também que o estado criou uma norma em que proíbe a “cesta” depois do almoço, e se é verdade que prejudica a saúde segundo alguns especialistas, o nosso aparelho bilógico contraria todos os estudos, era portanto crucial nem criar uma que proíbe nem criar outra que obrigue, deixando as verdadeiras conhecedoras da criança decidirem se esta precisa daquele espaço para deitar num colchão agarrado à sua “chucha” a descansar.
Numa Europa cada vez mais envelhecida, cada vez mais menos culta, era bom que os nossos governantes começassem a pensar em pelo menos o pré-escolar ser gratuito para todas as crianças necessitadas ( as tais 70000 de fora neste momento) para depois se avançar com reformas do ensino superior, pois qualquer dia não haverá alunos para o ensino básico, quanto mais para o superior. O estado tem-se demitido dos valores essenciais aos desenvolvimento humano, e isso choca-me. Por que sou autodidacta, empenho-me no conhecimento, estou a criar um filho, em que não consegui apoio nenhum do estado e os miseráveis 25€ mensais do abono só pagra 1/4 do ATL que frequenta, e todas as despesas inerentes são à parte, como eu estão milhares de Portugueses, e assim não há amor paternal e maternal que aguente e dê o salto para conceber mais um filho, ai como eu gostava de agora ter uma menina…
Penso que devemos todos meditar sobre isto, pois a humanidade extinguirse-á por nossa culpa, e daqueles a quem confiámos os destinos do país e do mundo.





