MEMORANDO REVOLUCIONÁRIO…

2008/07/27

“CHE! MITO E REVOLUÇÃO…”

Arquivado em: ACTIVISMO — Beezz @ 21:06
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Para assinalar a sua 25ª edição o Festival de Almada acolhe a exposição Che! Mito e Revolução, já apresentada em cidades como Nova Iorque, Londres, Amesterdão, Milão, e Barcelona. Che! Mito e Revolução foi criada em torno da célebre fotografia Guerrillero Heroico, da autoria de Alberto Korda, e que é a imagem de Ernesto “Che” Guevara mais conhecida e reproduzida em todo o Mundo.

Ao longo dos anos este retrato manteve-se um símbolo de revolução e de rebelião juvenil, apesar da sua reprodução massiva em posters, t-shirts e objectos kitsch (desde o cartaz promocional do álbum American life, de Madonna, até à Nota de cinco dólares, de Pedro Meyer, em que a imagem de Che substitui o rosto de Abraham Lincoln).

A exposição Che! Mito e Revolução reúne trabalhos de artistas como Vik Muniz (EUA/Brasil), Rubén Ortiz Torres (México), Martin Parr (Inglaterra) e Marcos Lopez (Argentina), bem como um conjunto de magníficos posters originais cedidos pelo Center for the Study of Political Graphics de Los Angeles, e artefactos em que se incluem insígnias e objectos evocativos da memória de Che. Estas imagens mostram a evolução da fotografia de Korda desde a criação original até à sua utilização contemporânea.

O retrato de Ernesto “Che” Guevara, Guerrillero Heroico, foi tirado a 5 de Março de 1960 por Alberto Díaz Gutiérrez (1928-2001), também conhecido como Alberto Korda, enquanto fotografava para o jornal cubano Revolución. Korda, antigo fotógrafo de moda e publicidade, tornou-se, após a Revolução Cubana, fotógrafo pessoal de Fidel Castro. No momento eternizado por esta fotografia Che Guevara encontrava-se numa tribuna ao lado de várias autoridades cubanas, enquanto participava num memorial às 136 vítimas da explosão de La Coubre, um atentado contra-revolucionário terrorista. O que inspirou o fotógrafo foi a intensidade da expressão de Che, que descreve como “encabronado y dolente”. Na imagem original, Che está entre um homem e as folhas de uma palmeira. Contudo, durante o processo de impressão da fotografia, Korda isolou Che, surgindo desta forma a imagem ícone do seu expressivo e intenso rosto.

Organização: Câmara Municipal de Almada Integrada no programa de exposições do Festival de Almada Co-produção: Californian Museum of Photography e 212 BERLIN
Curadora: Trisha Ziff

Até 7 de Setembro
De Quarta a Sábado das 10h00 às 24h00,
Terças e Domingos das 10h00 às 18h00.
Fórum Municipal Romeu Correia (Almada)

site: Câmara Municipal de Almada

2008/07/24

PER7UME – INTERVALO (part. especial de RUI VELOSO)…

Arquivado em: Uncategorized — Beezz @ 20:56
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Já estou farto de dizer mal, de praguejar… Quero aqui deixar um apontamento do que o meu País tem de melhor, esta belíssima música, que também toca nas nossas rádios, sublime…

Vida em câmara lenta,
oito ou oitenta, sinto que vou emergir
Já sei de cor, todas as canções de Amor
Para conquistar, partir
Diz que tenho sal
Não me deixes mal,
Não me deixes

No livro que eu não li
No filme que eu não vi
Na foto onde eu não entrei
Noticia do jornal
o quadro minimal
Sou eu

Vida á média rés
Levanta os pés,
não vás em futebois a passar.
No intervalo que é quando eu falo
para não me incomodar,
Diz que tenho sal
não me deixes mal
não me deixes

No livro que eu não li
No filme que eu não vi,
Na foto onde não entrei
Noticia do jornal
O quadro minimal
Sou eu

Não me deixes na história que não terminou
Não me deixes

No livro que eu não li
No filme que eu não vi,
Na foto onde não entrei
Noticia do jornal
O quadro minimal
Sou eu

2008/07/23

A AMI, AGRADECE, E A HUMANIDADE TAMBÉM…

Arquivado em: ACTIVISMO, APELO, Ajudem, BLOGOSFERA, Blogagem colectiva, Humanidade, alerta — Beezz @ 22:05
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Bloggers portugueses, e público em geral porque não aderir a esta campanha da AMI ajudando a preservar o meio ambiente, sendo solidários e contribuindo para a melhoria da nossa economia?

Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.

Para participar neste projecto da AMI:

- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível aqui;

- Distribua folhetos pelos seus colegas. Solicite estes materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;

- Divulgue esta informação no seu site ou blog, incluindo o anúncio de rádio ;

Press release:

Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.

A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.

Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.

Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.

A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.


Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 | 1949-008 Lisboa | Tel. 218 362 100 | Fax 218 362 199
E-Mail:
reciclagem@ami.org.pt | Internet: www.ami.org.pt

Recebido por e-mail, de pessoa devidamente identificada.

OS COITADINHOS…

Não sou xenófobo, mas escuso-me a ter de ser sempre eu a dar, e a dar, e a voltar a dar, e constatar, que os coitadinhos são sempre os mesmos, os que não querem trabalhar, querem viver do rendimento mínimo e do rendimentos dos assaltos que efectuam durante a noite, de dia, e do tráfico de droga. Eu trabalho, Porra!!! Eu tenho uma luta danada para conseguir educar o meu filho, para lhe dar um lar digno, e o mínimo de condições de vida, agradeço que os outros assim o façam, e que esta “política” rasca, da caça ao voto fácil, acabe de vez, e que se faça uma justiça social, para quem realmente precisa, para os polícias, para os trabalhadores, e para as pessoas de bem em geral. Ser xenófobo, é querer justiça igual para todos? Ser xenófobo, é ser contra estes aproveitamentos de algumas etnias, para darem largas à imaginação de como vão a seguir ludibriar o sistema, para conseguírem dinheiro sem trabalhar? Ser xenófobo, é ser contra a aldrabice, o tráfico de droga e os assaltos praticados pela gente destes bairros (onde também, felizmente, mora gente de bem, e que trabalha)? ENTÃO SOU XENÓFOBO, não temo assumi-lo. Mas não posso compactuar com actos de violência, deste calibre, nem com tamanha falta de pudor por parte dos nossos governantes, extremamente preocupados com o que irá acontecer aquela gente, e os restantes cumpridores (como eu e tantos milhares de Portugueses) vivem no risco iminente de entrar em ruptura orçamental devido às politicas de algibeira desta classe podre de políticos mentirosos.

Neste texto seguinte, do Jornalista Dr. Mário Crespo, ilustra bem o que vos digo, senão, atentem:

O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. “Perdi tudo!” “O que é que perdeu?” perguntou-lhe um repórter.
“Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem…” Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga “quatro ou cinco euros de renda mensal” pelas habitações camarárias.

Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que “até a TV e a playstation das crianças” lhe tinham roubado.

Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência.

A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul.

É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam “quatro ou cinco Euros de renda” à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a “quatro ou cinco euros mensais” lhes sejam dados em zonas “onde não haja pretos”.

Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário.

Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso – “ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.” A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala.

Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências sócio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.

Por Mário Crespo in JN

2008/07/13

MAIS UMA VERGONHA…

NÃO DIGAM A NINGUÉM QUE SOU PORTUGUÊS!! POIS TENHO MUITA VERGONHA…
Mas não sejamos precipitados… Que serviços é que prestará a secretária? Temos que divulgar esta vergonha (mais uma) deste governo desgovernado!

Exonera a secretária, mas nomeia-a descaradamente de seguida a ganhar 2300 euros por mês!?! Assim é que é trabalhar com eficiência… No mesmo dia é exonerada, a seu pedido, e nomeada para um cargo (ou o mesmo?), mais bem remunerado…. (vejam bem as datas!) Assim se contorna a progressão na carreira. No Diário da República (2ª Série) do passado dia 15 de Abril… eis a façanha:

É por estas, e por outras que passam despercebidas, que o nosso cantinho, está conforme se vê na imagem abaixo:

DEPOIS ADMIRAM-SE, QUE A ISTO ESTEJA A SAQUE, É FARTAR VILANAGEM, É FARTAR…

A IGNORÂNCIA, BATEU NO FUNDO…

Clica para ampliares a imagem

Saiu no “Expresso” a semana passada um artigo “O preço da demagogia” de Miguel Sousa Tavares, que resolvi dar a conhecer a todos os quanto me visitam e comentam, esta nossa situação, em que a “Ignorância” de quem nos governa é tal e tão gritante, que depois todos nós temos de pagar pela estupidez desta gente…

“A história das gravuras de Foz Côa e da futura barragem do Sabor é uma lição exemplar dos malefícios da demagogia, servida na política. Guterres tinha acabado de chegar a primeiro-ministro e, dos disponíveis dos Estados Gerais, foi buscar para ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho (que, depois e quando a nave socialista começou a meter água, foi o primeiro a saltar fora e, desmentindo a máxima de Guterres de que ‘Roma não paga a traidores’, acaba por ser compensado com o melhor tacho de todo o Estado português – o de embaixador na UNESCO). Juntos à época, Guterres e Carrilho resolveram inaugurar o mandato com uma decisão grandiosa: cancelava-se a barragem de Foz Côa, já em construção, e a benefício da preservação de uns tacanhos rabiscos numas pedras, que alguns ’sábios’ e alguns oportunistas decretaram ser gravuras paleolíticas. E nem a desfeita causada pela maior autoridade mundial na matéria – que, levado a ver os rabiscos, sentenciou que o suposto Paleolítico teria entre trinta e trezentos anos – abalou o entusiasmo e a determinação dos então governantes em jurar que, a partir daí, o património cultural teria prioridade sobre tudo o resto.

A barragem prevista foi, pois, suspensa e, quanto às gravuras, sabe-se o que aconteceu: as prometidas excursões de milhares e milhares de portugueses e europeus previstas jamais aconteceram; o novo modelo de ‘turismo cultural’, que ali se iniciaria, foi nado-morto; não aconteceram os trabalhos científicos anunciados nem o interesse mundial naquela fantástica descoberta. Em contrapartida, arranjou-se uns lugares vitalícios para funcionários do Paleolítico e, vá lá, vá lá, desistiu-se de lhes fazer a vontade gastando mais uns milhões num museu sem conteúdo e sem qualquer viabilidade económica. Mas a barragem fazia falta à EDP e fazia falta à regularização do curso navegável do Douro. Por isso, não avançando Foz Côa, avança a barragem do Sabor, cuja construção Sócrates acaba de adjudicar. Acontece que o Sabor, para quem não conhece, é, talvez, o mais bonito rio de Portugal, o mais preservado, o mais selvagem. Se passassem nas televisões um filme sobre os rabiscos de Foz Côa e outro sobre o curso do Sabor, as pessoas ficariam chocadas ao perceber aquilo que se decidiu preservar e aquilo que se decidiu destruir. O suposto Paleolítico derrotou o presente e o futuro. A invocada cultura afogou a beleza – um contra-senso filosófico que nem o dr. Carrilho conseguiria explicar. Nós destruímos os rios (e em nome do ‘ambiente’, como explicou Sócrates) e depois gastamos dinheiro a construir, e ainda bem, fluviários para explicar às criancinhas o que é um rio. O problema é que, se as “gravuras não sabem nadar”, os rios não sabem protestar. E é assim que se governa, quando o mais fácil é ceder à demagogia.”

Portanto, está tudo dito… e muito embora não concorde, de uma maneira geral com o autor, quer por ideologia política, quer por outros itens que não corroboro, mas desta feita eu não podia estar mais de acordo com o Sr. Miguel Sousa Tavares.

2008/07/05

A ANEDOTA…

Arquivado em: ACTIVISMO, ACTUALIDADE — Beezz @ 17:55
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A anedota em que se tornou o nosso país, sob todos os pontos de Vista…

-Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.

- Um jovem de 18 anos recebe 200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236 depois de toda uma vida do trabalho.

-Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.
-O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

-Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2 000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.

-Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa á das causas sociais.

- O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100mts e não tem local para lavar mãos.

- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).

- Nas prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV, mas é proibido consumir droga nas prisões!

- No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por faxe e é engenheiro.

- Um jovem de 14 mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!

- Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme podem. 6 presos que mataram e violaram idosos vivem numa sela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.

- Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.

- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.

- Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.

- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!

-Numa farmácia pagas 0.50€ por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosse drogado, não pagava nada!

Obrigada Portugal. Estamos orgulhosos.

2008/07/01

JUNTA DE FREGUESIA, PAGA CONTAS AOS MUNÍCIPES…

Nem queria acreditar, quando ao ler a notícia enviada pelo meu amigo José Faria, do ZÉMAIATO, dando conta que uma simples junta de freguesia, no litoral norte, uma zona piscatória, nada mais nada menos que a Junta de freguesia da cidade de Aveiro, PAGA as contas dos seus munícipes em claras dificuldades face ao custo de vida que tem vindo a aumentar de dia para dia deixando várias famílias deste País em aflição e no desespero, pois a crise é geral, e não se vislumbra a curto prazo, situação benéfica para todos nós. Não importa se a autarquia é de direita, do centro ou da esquerda, importa este Homem / Mulher, que preside a esta edilidade, que está a cumprir escrupulosamente aquilo a que se propôs, que é SERVIR O POVO, o seu povo.

Seria tão bom, que um qualquer governante, com mais responsabilidades do que este no país, olhasse com os olhos de ver, e principalmente com o coração, e disso fizesse o seu modelo de actuação, em prol dos mais desfavorecidos. Infelizmente, casos destes serão raríssimos e de desfecho quase sempre triste, pois os poderosos que tudo ambicionam depressa o destronarão com uma qualquer cabala bem montada que deitará por terra este benfeitor.

Para terminar, e por que eu nunca me calo, é de viva voz que digo, BEM HAJA SR.(A) PRESIDENTE DA JUNTA DA CIDADE DE AVEIRO…

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