Solidão onde estás?
apareces, desapareces
seguirte-ei por onde quer que tu vás…
Abres caminho, na noite escura
Sofres sozinha e amargurada
Por veses, cais de madura
Como pedra na calçada
Sempre fui em teu encalço
Jamais te poderei perder
Se choro agora, não foi precalço
Mas a alegria de te ver
Nasce o dia, e a claridade
ofusca-me a visão
Despe-te a vaidade
Cresce a minha Solidão…
Carlos Rocha



Muito bem Carlos. Continua a saga da poesia.
Descarrega as angústias, as frustrações, as alegrias, as emoções…
É um excelente exercício, podes crer, de transportarmos atravéz das palavras, aquilo que nos vai “alma”, que nos incomoda.
Parabéns meu amigo!
Um abraço
Mário Margaride
Comentário por papagaio — 2007/04/08 @ 18:22
Bem-vindo à realidade wordpress.
Boa Poesia.
Um Abraço
Comentário por Ludovicus Rex — 2007/04/16 @ 21:02